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Paralisia do sono: você já teve?



A paralisia do sono é mais comum do que se imagina. Apesar de não ter seu título tão famoso, várias pessoas já sofreram com ela em algum momento da vida mas, por não saberem do que se tratava, não fizeram ideia de que sofreram dessa condição.


Essa condição se dá quando a atividade tanto do cérebro quanto do corpo se desconectam, fazendo com que a pessoa fique consciente antes do cérebro mandar esta mensagem para o corpo.


A pessoa sob os efeitos da paralisia do sono se encontra cerebralmente acordada, porém passando por sensações agoniantes devido a paralisia de grande parte das funções e da sua musculatura, exceto pelos olhos e diafragma.


A duração dessa condição costuma ser curta, e muitas vezes inconsciente, onde a pessoa acha que ainda está sonhando. O tempo duradouro é de 20 segundos a 2 minutos.


Principais causas

Essa condição pode estar associada a outra doença, como narcolepsia, por exemplo. Isso porque a paralisia pode vir a ser reflexo de outros sintomas relacionados a patologia.


Também pode ter influência da genética da pessoa. Essa é uma condição que pode ser hereditária, ou seja, herdada de geração para geração. Porém essa é uma das causas mais difíceis de se acontecer.


Além disso fatores hormonais e de estilo de vida também podem ter peso. Estresse e ansiedade crônica podem ser gatilhos para a paralisia, principalmente pelo desequilíbrio causado na atividade cerebral e corporal. Outra relação levantada foi a falta de alguns hormônios como melatonina e triptofano.

Tratamentos

A qualidade do sono do paciente deve ser analisada, para verificar se há algum tipo de déficit no sono, ou algum outro tipo de transtorno relacionado.


Em casos não diagnosticados e onde a paralisia acontece apenas eventualmente, alguns hábitos rotineiros podem ajudar a regular e trazer mais qualidade ao sono, como por exemplo:


• Dormir pelo menos 7 horas por dia; • Alimentação mais leve na parte da noite; • Evitas atividades estimulantes antes de dormir (atividades físicas, uso excessivo de aparelhos eletrônicos, atividades do trabalho e/ou estudos, etc.


Durante a crise a pessoa deve se manter calma pois, apesar de agoniante, a paralisia não apresenta perigo e a sensação passara em alguns segundos.


Antes de buscar tratamento, um médico especialista deverá ser consultado e, de acordo com diagnóstico, uma patologia como narcolepsia ser detectada. Com o Mais Saúde você tem acesso a profissionais altamente qualificados por um valor acessível. Clique para saber mais.

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