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COVID-19: sequelas deixadas pelo vírus


O coronavírus continua se alastrando pelo mundo, e o Brasil é um dos países com maior crescente de casos e mortes. Em contra partida, o número de recuperados da doença também se mostra elevado em comparação a outros países.


Porém estar curado do coronavírus não significa necessariamente que a pessoa está livre de seus sintomas. Para algumas dessas pessoas, principalmente nas que passaram por um quadro agravado, as complicações da doença podem ser mais duradouras ou até mesmo permanentes.


Mas não quer dizer que, apenas quem é grupo de risco e/ou passa por um quadro grave da doença, terá consequências. Mesmo as pessoas mais jovens podem contrair o vírus e desenvolver sintomas pesados, causando sequelas.



Este é mais um dos motivos que os cientistas e comunidade médica do mundo reforçam para mostrar que a prevenção e isolamento, quando possível, são as melhores defesas para se manter seguro contra a doença, derrubando a teoria dos que acreditam que criarão anticorpos e estarão livres assim que pegarem a doença de uma vez.

Dados


Estudos realizados na Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), realizados com cerca de 500 pessoas, mostraram que 70% dos mesmos sentiram sequelas mesmo após curados da infecção.


Após semanas e até meses depois de curados, essas pessoas alegaram sintomas contínuos, muitos parecidos com os que haviam sentido durante a recuperação. Foram relatados sintomas como dor de cabeça, fadiga, alteração no olfato e paladar, excesso de sono, entre outros.

Sintomas duradouros

Após os tratamentos e todo o tempo de recuperação, alguns reflexos da COVID-19 podem permanecer no corpo por algum tempo. Podem durar por semanas, meses ou até serem permanentes. Os sintomas mais comuns são:


• Falta de ar; • Tosse; • Fadiga; • Confusão mental; • Fraqueza muscular.



Os sintomas como falta de ar e fadiga podem acontecer até para casos leves da doença, onde a internação não se fez necessária e a doença foi tratada apenas com repouso e medicações.

Já confusão mental e, principalmente, fraqueza muscular, são mais encontradas em casos agudos da doença, onde a internação foi necessária. Muito se dá pelo fato de intervenções como intubação e afins.


Outros fatores que estão diretamente relacionado são as alterações afetivas e emocionais nos momentos de apreensão, que podem ser causadores de distúrbios de sono e até de ansiedade.


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