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COVID-19: é possível se infectar mais de uma vez? Descubra!


A algum tempo atrás, muitos acreditavam que quando infectado uma vez, a segunda não poderia acontecer. Porém com o passar dos meses e com as mutações no vírus acontecendo, foi descoberto que é possível sim se contaminar com o coronavírus mais de uma vez.


O primeiro caso confirmado de reinfecção surgiu na China, no início do mês de setembro. Outros casos também surgiram até aqui, e os primeiros, além do caso na China, apareceram em pacientes da Bélgica, Estados Unidos, Equador e Holanda.


Isso confirma ainda mais a tese de que o vírus está mudando e se adaptando conforme vai se espalhando, e isso não é algo inesperado. Muitos cientistas já contavam com essa hipótese, mas ainda assim, continua sendo uma má notícia para o combate a pandemia.


Sobre a reinfecção


O primeiro caso foi anunciado pelos médicos e pesquisadores da Universidade de Hong Kong, sendo os primeiros a possuírem evidências cientificas que confirmassem a veracidade desse tipo de caso.


O paciente, que está na casa dos 30 anos, desenvolveu novamente o covid-19 cinco meses após se recuperar da primeira infecção, que exigiu 2 semanas de hospitalização. Porém, desta vez, ele nem apresentou sintomas.


Dos 5 primeiros casos, a maioria apresentou apenas sintomas leves e não necessitaram de cuidados clínicos, tampouco desenvolveram um estado mais grave da doença.


Porém em um deles, no Estados Unidos, um jovem de 25 anos foi infectado pela segunda vez, um mês depois de se recuperar de sua primeira infecção, e necessitou do auxílio de máquinas para respirar.

E agora?


Como foi dito, essa já era uma hipótese esperada, principalmente por se tratar de um vírus que evolui muito facilmente e que pode provocar quadros agudos. Até o momento, aparentemente, uma pessoa infectada cria anticorpos para aquele conjunto específico do coronavírus, enquanto para outros existentes, não.


Segundo vários infectologistas, até então, existem cerca de 500 cepas diferentes. A grande questão sempre foi, e ainda é, como nosso corpo responderá a cada um deles.


Mais pesquisas são necessárias para entender a carga viral presente na segunda infecção. Só então será possível entender como isso afeta, positiva ou negativamente, as chances de vencer a pandemia com vacinas ou imunização coletiva.


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