Contrair coronavírus sem sintomas, é possível?



Há alguns meses, testar positivo para coronavírus sem ter sintomas era considerado um caso atípico. Ao longo da pandemia, esses casos raros receberam um nome e uma explicação.


O assunto sobre transmissão assintomática de COVID-19, ou seja, sem sintoma algum, veio a tona no Brasil quando o Ministério da Saúde declarou, no mês de março deste ano, o primeiro caso do vírus sem sintomas. Porém, ser um paciente assintomático não significa que não pode haver contaminação.





Pacientes assintomáticos podem ser principais transmissores do vírus

É por esse motivo que a doença pode dificultar mais ainda o seu controle. De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), cerca de 80% dos pacientes com Covid-19 podem ser assintomáticos.



No início, quando ainda não era considerada pandemia, uma das recomendações para a prevenção e contenção do coronavírus, era para que as pessoas fizessem os testes apenas quando apresentassem os principais sintomas (tosse seca, coriza, febre e desconforto respiratório/dificuldade para respirar) e/ou quando tivessem recém-chegado de viagens internacionais.


Isso serviu para que o sistema de saúde não ficasse sobrecarregado.



Estudos indicam que resultados de exames podem variar de acordo com faixa etária


Além disso, pesquisas indicam que os resultados dos exames para as pessoas assintomáticas variavam de acordo com a faixa etária e existência de outras doenças, por exemplo.


Por isso, seguir as recomendações básicas de higiene tornou-se a principal forma de prevenção e combate do coronavírus, que são elas:


  • Lavar com frequência as mãos até a altura dos punhos, com água e sabão, ou então higienizar com álcool em gel 70%.

  • Cobrir nariz e boca com lenço ou com o braço quando tossir ou espirrar. Evitar usar as mãos para tapá-los.

  • Evitar tocar olhos, nariz e boca com as mãos não lavadas.

  • Manter uma distância mínima de cerca de 2 metros de qualquer pessoa, além de evitar abraços, beijos e apertos de mãos.

  • Higienizar com frequência seu celular e os brinquedos das crianças.

  • Não compartilhar objetos de uso pessoal, como talheres, toalhas, pratos e copos.

  • Manter os ambientes bem ventilados.

  • Utilizar máscaras caseiras ou artesanais feitas de tecido em situações de saída de sua residência.

No início, quando não haviam muitos testes disponíveis no Brasil, a recomendação era que apenas o grupo de pessoas que tinham viajado e/ou apresentassem os sintomas procurassem fazer o exame.

Agora, há mais alternativas para saber se você contraiu ou não o coronavírus.


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