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Automedicação e seus riscos



Hoje em dia é muito comum que as pessoas tenham suas próprias “farmácias pessoais” em casa, mantendo diversos medicamentos guardados. Essa é uma prática muito comum para se lidar com contratempos do dia a dia, como dores de cabeça, resfriados ou até azias.


Essa prática é recomendada em determinados casos pois alguns remédios genéricos, usados para esses problemas ocasionais, podem sim aliviar e até resolver a condição momentaneamente. A questão fica delicada quando esse costume vira algo rotineiro.


Medicamentos (tanto em excesso quanto em uso frequente) quando usados sem recomendação médica, podem causar um efeito extremamente nocivo ao corpo com o tempo. Além disso, o próprio corpo pode “absorver” os efeitos do medicamento, tornando seu uso inútil.


Outro ponto que o automedicamento pode causar é a dificuldade em diagnósticos. Alguns sintomas frequentes podem apontar uma doença possivelmente mais profunda, e o uso de medicamentos genéricos para alivia-los pode levar a pessoa a não buscar um médico para examinar a origem desses sintomas.


Autoprescrição

Diferentemente da automedicação, que em alguns casos pode ser benéfica principalmente para quadros mais simples e rotineiros, como dor de cabeça e resfriados, a autoprescrição é altamente arriscada e pode trazer sérios riscos.


Na autoprescrição a pessoa não lida com remédios genéricos para uso ocasional, mas sim com medicamentos de tarja vermelha ou preta sem uma prescrição médica para o caso.


O risco se torna elevado quando o uso desse medicamento é feito de maneira frequente, aumentando os riscos de uma reação ou complicação no corpo.

Possíveis complicações de alguns remédios

Paracetamol: Um remédio comum e eficaz contra dores e para regular a temperatura do corpo. Porém, quando usado frequentemente e sem real necessidade, pode interferir no funcionamento do fígado, causar lesões e, em casos extremos, falência de órgãos.


Dipirona: Também muito utilizada para dor e febre, age reduzindo o calibre dos vasos sanguíneos, o que diminui a dor. Por outro lado, seu uso excessivo pode trazer duas consequências graves. Uma é a diminuição da quantia de células no sangue, e outra é um choque anafilático, uma grave reação alérgica. O medicamento já é proibido em países como Estados Unidos e Austrália.


Aspirina: A aspirina age como um anti-inflamatório, além de também ser um regulador de temperatura no corpo e combate a dor. Seu lado negativo, quando usada desnecessariamente, é uma overdose. Pois em doses excessivas ela pode aumentar o nível de acidez no sangue, o que causa uma acentuada baixa de glicose no mesmo e, levando assim, a um choque cardiovascular e insuficiência respiratória.

Conscientização

Muitas pessoas utilizam da automedicação não só para aliviar uma condição repentina ou tratar um quadro frequente, mas também como precaução a uma doença específica.


Isso pode elevar os riscos ainda mais pois as, substâncias agindo em um corpo sem doença alguma, podem causar efeitos colaterais e complicações ainda mais graves do que a doença que se quer evitar em si.


No fim das contas essa é uma prática muito comum e que em alguns casos não traz malefícios a saúde, mas deve ser evitada ao máximo pois suas consequências podem ser graves ou até fatais.


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